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domingo, 30 de setembro de 2012

TESTAMENTOS (C)

VERTICAL III

cresço o desvario
nunca avario
a loucura

é loura
beldade nua

crua coroa de prazer

C

TESTAMENTO I, II, III

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

TESTAMENTO II (C)

CONVENÇÃO II

regresso ao passado
viajo ao futuro
a viver no Entrudo

sou uma erva
daninha

para aninhar um ninho

C


TESTAMENTO I, II, III

segunda-feira, 30 de julho de 2012

TESTAMENTO I (C)

CONVENCIDO I

quando já não for
ainda serei
o que tiver sido

haverá lápides
comemorativas

da minha passagem

C


TESTAMENTO I, II, III

sábado, 30 de junho de 2012

VIAGEM À LUA


Comento para dizer que li e gostei, concordando com as ideias avançadas em absoluto. Passar do uso para o abuso, é um pequeno passo. Como a ida do Homem à Lua!? Não deverão ser necessários muitos mais anos para se descobrir toda a (in)verdade. Chamou-me a atenção a forma contida, "disposição prática" para expor as ideias e o raciocínio que as forjou.
Ao fazer testamentos, para os abrir, pressupomos a passagem do tempo? A morte do artista!... Tudo num sentido figurado, cénico, metafórico, até a metáfora ficar cansada e se deixar apanhar com a língua de fora…

"Viagem à Lua" fica a dever a leitura e comentário, aqui:

quarta-feira, 30 de maio de 2012

12º TESTAMENTO

Neste momento já não sei em quantos testamentos vou, todos os dias tenho mais qualquer coisa para deixar. Do tempo vou entrançando horas, fazendo momentos. São os momentos que deixo, diferentes dos instantes que passam. Neste momento deixo, esta publicação à qual vou acrescentar um número, ao qual é estranho a quantidade com carácter absoluto, apenas a qualidade com seu conteúdo relativo me deixa cativo dum sentido plenamente liberto, ver_tido!
Um ano que fica acabado, em treze meses!!
Vê tido, veRtido, divertido!!!
http://diariodedetrasii.blogspot.pt/2012/03/seiva.html

segunda-feira, 30 de abril de 2012

10º TESTAMENTO

É um testamento perdido, urdido de silêncio, para falar da ausência deixando-a em testamento!

sexta-feira, 30 de março de 2012

11º TESTAMENTO


Não tenho dia este mês para fazer meu testamento, não me lamento. Acontece que ele só servirá para ser um comentário à minha vida, para tanto, basta ter existido.

Para comentar as coisas que leio, o que li? Como se eu soubesse dizer o que leio! Ler, é a única coisa a fazer. Sim, escrever, também é uma coisa boa.

Às vezes nada presta, resta a p_rosa… aspirar a Rosa. Um certo misticismo sempre me fez cismar, olhar o mar, por exemplo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

8º TESTAMENTO


Deixo o Natal, quem o quiser celebrar pode pensar em Jesus, nas crianças, prendas, a_prenda: o que invento é só uma estória!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

6º TESTAMENTO


AMANHÃ

um
dia
depois

Era um mimo todo pintado de branco e vestido de branco, de cabelo branco, os olhos pintados de preto. Tinha numa mão pintado NÃO, na outra mão ISTO. Entretinha-se a mostrar: NÃO, ISTO; ISTO, NÃO; ISTO NÃO!
30.09.11

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

5º TESTAMENTO

Um testemunho, o seu legado. Um testemunho legado para o leitor, começando eu leitor por ser. Viaje(i) ao anterior
Em "Manufatura" manufaturo... a feitura à mão das palavras que se fazem escrita.
Venho com vídeo e música para/paraR… embala(n)do a Bossa Nova!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

DO QUE SE É

1
segunda-feira, 30 de maio de 2011

(A) PALAVRA-CHAVE
O 1º Testamento estava destinado a ser o último, mas…

Nota:
Deste modo começo
deixo saudação a
quem venha
ler

pois, repetindo a ideia, dando-lhe uma f®ase outra, mostro onde encontro o momento onde pensei criar o texto que publico aqui.

2
quinta-feira, 30 de junho de 2011

CARTA DE AMOR
Um 2º testamento deve hoje ter lugar, cumprindo…

3
sábado, 30 de julho de 2011

VIDA INTEIRA
(…)
Lembro-me do dia 30, faço meu 3º testamento, um..

4
DO QUE SE É

Por favor não responda ou, se…

Num testamento nunca estamos quando ele é lido!
O texto do mês passado obteve um comentário por engano, podem enganar-se à vontade!
http://manufatura.blogspot.com/2011/07/vida-inteira.html

quinta-feira, 30 de junho de 2011

CARTA DE AMOR

Um 2º testamento deve hoje ter lugar, cumprindo um compromisso. Se o 1º foi (A) PALAVRA-CHAVE, o 2º bem que pode ser qualquer coisa. Já que, relido o texto, da prosa à poesia, está lá tudo. Vou desmontar um poema, ver como fica:

Em geral escrevo-te um poema na hora, como agora, como se estivesse disposto a inventar as regras da Poesia para fazer algo onde te possa amar de modo a seres, Sim, porque não, tu mesma, a minha Poesia como género de rir do literário e, pelo contrário, respeitar imensamente essa coisa que é imensa e, Sim, porque não, escrever a prosa que me falha quando procuro escrever cartas de amor ridículas como as radículas da raiz do corpo deste amor profundo com que abraço o mundo para te dizer como é meu coração a bater no peito e senti-lo a querer ser boca, lábios, língua… palavras a acariciar o teu pescoço até entrarem no teu ouvido e segredar como as mudanças de linha têm regras tão nossas como promessas à Senhora da Agrela que não há outra como ela, dizem, e faço eco para o boneco, boneca. Vês
como é, quando a minha fé me abandona, improviso sem regras nem Fé? Nunca, a minha fé abana como as ervas, as árvores, as plantas com flor ou sem elas, esperando-as! Quando as flores chegarem, será sinal certo da tua presença.

Depois deixo-o como foi.

CARTA DE AMOR

Em geral escrevo-te um poema na hora,
como agora, como se estivesse
disposto a inventar as regras da Poesia
para fazer algo onde te possa amar
de modo a seres, Sim, porque não,
tu mesma, a minha Poesia como género
de rir do literário e, pelo contrário,
respeitar imensamente essa coisa que é
imensa e, Sim, porque não, escrever
a prosa que me falha quando procuro
escrever cartas de amor ridículas
como as radículas da raiz do corpo
deste amor profundo com que abraço
o mundo para te dizer como é meu
coração a bater no peito e senti-lo
a querer ser boca, lábios, língua…
palavras a acariciar o teu pescoço
até entrarem no teu ouvido e se-
gredar como as mudanças de linha
têm regras tão nossas como pro-
messas à Senhora da Agrela que não
há outra como ela, dizem, e faço
eco para o boneco, boneca. Vês
como é, quando a minha fé me aba
ndona, improviso sem regras
nem Fé? Nunca, a minha fé abana
como as ervas, as árvores, as plantas
com flor ou sem elas, esperando-
-as! Quando as flores chegarem,
será sinal certo da tua presença.

O que podemos dizer das coisas só as respeita se não as altera, posso mudar tudo num texto mas nada altera o essencial «Quando as flores chegarem/será sinal certo da tua presença». Das flores aos frutos, a vida lança as suas sementes.