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domingo, 13 de agosto de 2017

evolução


Brasil:
de país do futuro a país do futuro do pretérito,
8.515.759 km² de "poderia ter sido".

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

FIM DO ANO


Dezembro. Acordo, descubro ainda estar vivo, porém fui esquecido! Tento recuperar o tempo perdido e ultrapasso o Fim de Ano: findo o ano, findou o ano. Feio e Bonito – convidados a abrir garrafas de espumoso – na Passagem de Ano.

EMBARAÇO

Em Fevereiro não há dia 30, passo a Março. Que faço? Uso o embaraço, formando um baraço...
Feio e Bonito, travam-se de razões, decidem fazer um duelo com pistolas de fulminantes.

O BOM E O BONITO

Abril. Ainda não escrevi, escrevo "O Bom E O Bonito"... Assim, como está escrito.

O BONITO E O FEIO

Maio. Duelo marcado para o pôr-do-sol, ao esconder-se o Sol, mudando do dia para a noite, tiros a rasgar o crepúsculo!

ESTÁ FEITO

Junho. O Feio desafiou o Bonito, as madrinhas batizaram os contendores. Diz-se ter sido por ciúmes, não se sabe.

FEITO ESTÁ

Julho. Feio está… o duelo todos os meses é adiado. Os contendores são já vítimas de gozo público, ficam amigos.

ALVEJAR A LUA

Agosto. Ninguém espera o duelo mas, os agora amigos, combinam defrontar-se. Toda a gente vem para a rua, vê-los alvejar a Lua.

LUA CHEIA

Setembro. A brincadeira passou a ser explorada pelo comércio, está marcado novo duelo para a Lua Cheia.

QUARTO CRESCENTE

Outubro. O comércio não olha a meios, é oferecido aos amigos Feio e Bonito o jantar. Antes, juntam-se para fazer um duelo publicitário, festeja-se o quarto crescente.

LUA NOVA

Novembro. Está nublado, chove, nada de mal acontece, a data da Lua Nova não deixa de ter o dia, bate tudo certo… 


http://manufatura.blogspot.pt/2014/01/data-valor.html - Feliz 2015! -

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

DATA-VALOR

O que deixo da vida há-de ter um dia DATA-VALOR?
Em Fevereiro não há dia 30, preencho esse dia num dia com "data-valor".


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FAZER

Fazer é o verbo, em qualquer tempo que se apresente, onde o sujeito se sujeita ao que faz. Faz-me bem lembrar de quem e do que sou, por isso (o) uso, dando-lhe uso.


Fazer – Dezembro
(O) – Novembro
Caso – Outubro
Mistura – Setembro
Dogma – Agosto

sábado, 30 de novembro de 2013

(O)


Onde o som bate as palavras no interior do ouvido interno, é o que ouvimos enquanto lemos. Mesmo sem ler ou escrever com som, escrever é uma extensão de o ser: interior de (o) ser, interior do ser, interior ao ser. Seja, disse.
Fazer – Dezembro
(O) – Novembro
Caso – Outubro
Mistura – Setembro
Dogma – Agosto

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

CASO

Porque ordem devo dar a ler os testamentos? Deixo a escolha por conta do leitor, a sua sorte ou azar, ou como se possa chamar ao a_caso.
Fazer – Dezembro
(O) – Novembro
Caso – Outubro
Mistura – Setembro
Dogma – Agosto

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

MISTURA

Misturar Dogma Fazer Caso, num único caso abrangente, dá à abrangência uma margem larga e dinâmica, praia onde Terra e Mar se encontram, "na espuma dos dias".
Fazer – Dezembro
(O) – Novembro
Caso – Outubro
Mistura – Setembro
Dogma – Agosto

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

DOGMA

A argumentação é a arte da Arte, não há negociação, a transigência está excluída, o dogma é a natureza simbólica de tudo que se faz arte. O argumento parece uma brincadeira, sua melhor maneira. 
Fazer – Dezembro
(O) – Novembro
Caso – Outubro
Mistura – Setembro
Dogma – Agosto

terça-feira, 30 de julho de 2013

HELENA TERRA



1) Helena Terra – é um belo nome para uma personagem, desse fato* faz parte no livro que escreveu  – a autora. Da leitura do mesmo, retive a ideia de escrever uma resenha. O sublinhado em indestrutível serve para mostrar a palavra escrita sobre pedra, imagem visual na capa, passando do negro das restantes palavras para o branco – a evidenciar contraste.
2) O livro lê-se de maneira muito fácil, correndo os olhos, entrando numa leitura corrida, onde nos podemos manter, sem perder nada da trama. Chamamos a atenção para a forma direta em que a abordagem dos acontecimentos é apresentada, a narradora presente na história, sempre na primeira pessoa.
3) Antes de começar a ler detive-me a sopesar o livro, leve, elegante, simpático… Fácil e simpático, são adjectivos cuja utilização em conjunto deixo neste terceiro parágrafo, está feita a introdução.
4) Os capítulos não estão numerados, nem titulados. A narrativa não nos pede detença, pelo contrário, agradece o mergulho de cabeça! Porém, deixo o próximo parágrafo para coligir o início dos capítulos, crio uma numeração, faço contagem.
5) 1. Os vidros da janela 2. Quando li o email 3. Retirá-lo de todo o mal 4. Não, não é preciso 5. Tenho cabeça 6. Solitude… 7. Nem por um segundo 8. O homem sentado 9. Desci 10. Cada coisa a seu tempo 11. Se Mauro tinha 12. Na manhã seguinte 13. Igual à tarde 14. Eu sabia 15. Então 16. Duas noites 17. Se há esperança 18. Difícil determinar 9. Frutos maduros 20. Está bem, querida 21. Cai a noite.
6) «Mauro, o meu Mau» antes desta enunciação de “o meu”, a personagem central do livro, autora de um blog colectivo, apresenta o cenário e desenvolve a história.
7) Continua a falar de si, ganha consistência, familiariza-nos com ela; embalamos…
8) Escrito o que já está dito ou vice-versa, dito o que já está escrito, faltam mais uns capítulos até a resenha será dada por concluída.
9) No geral, até está feita, vamos particularizar um pouco mais.
10) Para a resenha dar um conto que nela vou tentando, nesta altura já deve estar antenado(a) na história (a/o) leitor.
11) Nesta situação, com os elementos que detém, agradeCIA-se… fosse à NET e lesse a informação disponível, de elementos fornecidos: autora e obra.
12) Na sua parte substancial, está feita a resenha.
13) Qual a nossa su(a)gestão seguinte?
14) Primeiro, ser um leitor(a) presciente que observou ir a história ficar-se por um 21.
15) Segundo, acreditar que um conto despretensioso não vai dar um 31.
16) Terceiro, ao pretender a ficção, a resenha não se afasta da real_idade… tudo é realidade!
17) Na verdade, na ficção ou na realidade, tudo é imaginação?
18) Espero fique/ fiquem com vontade de ler +
19) Voltando ao início… HELENA TERRA/ A CONDIÇÃO INDESTRUTÍVEL DE TER SIDO.
20) Da contracapa: «Os vidros da janela estavam sujos, ocultam o frio… e os gerânios de jardineira. O barulho da chuva e o bipe de aviso de novo email, arrancaram-me do desânimo com que lia alguns blogues desinteressantes sobre o nada também desinteressante, que há nadas e nadas a serem decifrados.»
21) Do final de «Solitude…» foi seleccionado o texto da contracapa, nela, depois dele, visualizamos «condição» «de ter sido» ladeando a pedra, sem a palavra indestrutível. O conto poderia continuar, fica na imagem da pedra se, indestrutível, não acaba.

* Fato, em português de Portugal, é o terno em português do Brasil; terno é o termo para a qualidade de quem tem ternura, que vou poder vesti-la!

Dificilmente um autor(a) fica satisfeito em ser personagem de um seu livro, tirando a situação do livro ser autobiográfico ou assentar em correspondência homónima. Mesmo pensando deste modo, corri o risco de contar uma história, fazendo uma resenha, começando pelo nome da autora. Espero deste modo deixar para o final da leitura todas as dúvidas e a respectiva curiosidade sobre a obra A CONDIÇÃO INDESTRUTÍVEL DE TER SIDO, disse :)

domingo, 30 de junho de 2013

BOAS HISTÓRIAS


«Quando conto as minhas viagens, embora não compreenda, há um encantamento em seus olhos.»

Será que você compreende o encantamento? Compreende! Ele também compreende, o que o encanta, mais do que a você. Com «embora não compreenda» deixa-nos, enquanto leitores, perante uma incompreensão. A qual aceito tenha, não compreende o que seu pai compreende e o encanta. Compreenda, meu comentário é a preparação para meu próximo testamento, vou então escrever… Mina:

BOAS HISTÓRIAS
Para meu pai, sem anos feitos, deixo depois de ter sido, tudo que fui. Foi que não lhe adiantará de muito, assim sendo, fica a saber o que perde. A minha colecção de memórias arquivadas de A a Z e de z a a… Como as poderia aceder é fácil, ido para a Eternidade ficaria a sonhar as letras em combinações infinitas, com suas fintas e remates: golooo… Glorioso destino me dou: - Boas histórias, meu Pai.


Grande texto o seu, com a ressalva feita. Desnecessário mostrar o que não mostra, convencer sem convencer. Com «embora não compreenda» teria de vir, deveria vir, algo que compreendêssemos: algo que seu pai (personagem passivo na narração) não compreendesse. O encantamento é a compreensão total! Abraço.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

SONS EM IDEIAS E IMAGENS



Altura para mais um testamento "para ontem", feito hoje. Na altura em que me preparo para escrever um poema, insinuando a nudez na palavra. Imaginando-a nua, deixando as suas vestes cair: sons em ideias e imagens, cada uma, uma a uma

Olho a consequência da escrita de outros, por consequência a minha materializa-se como se pudesse ser… feita da essência da poesia que faz da Poesia a matéria para a qual me preparo.

terça-feira, 30 de abril de 2013

AS MINHAS DISPOSIÇÕES



Este mês escrevo o meu testamento antes de escrever o do mês passado, mas faço-o movido pela convicção de não ir perder tempo, já de seguida, i_medi_ata_mente… irei fazer o que deixei por fazer. As minhas disposições, sobre o que irei deixar, ficam por conta deste conto e de qualquer outra coisa que escreva. Em termos ideológicos, adoro este tipo de lógica, não aloja nada capaz de ser exposto numa loja.
Terra De Primeira Qualidade...

sábado, 30 de março de 2013

TERRA DE PRIMEIRA QUALIDADE

A juntar a "As Minhas Disposições" disponho minhocas em fila, fazendo entre elas uma corrida. A primeira a sair do prato, pode comer terra de primeira qualidade.
NoDia 30…

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

NO DIA 30

Em Fevereiro não poderei escrever no dia trinta, vai ser um trinta e um!...

domingo, 30 de dezembro de 2012

REVELANTE


Revelante o relevo da planificação! Revelar a ideia por trás do pensamento, tentar mostrar o que o antecipa. O penúltimo dia do ano vai ser tão bom como o último dia, para fazer testamento de Tempo de_corrido... apresentado deste modo: 2012 (um de Janeiro - 31 de Dezembro). 
Desde modo se faz a biografia, a mais sucinta de todas, digna de uma lápide! Queria algo de lapidar, já está. Em bruto, o texto está feito. Lapidar mais um pouco a ideia, dar novas faces/facetas, permitir captar mais luz e refractá-la de modo a obter mais brilho.
Um princípio de vida que impressionava os estóicos: encontrar na morte uma aliada, permitir ao fim da vida ser uma constante promessa de aproximação da perfeição: conquistar a serenidade - até ficarem tão serenos que já nem precisariam - respirar.
Imagino um dia, de manhã, revigorada mas sem forças, com o vigor de quem o perdeu, ao escovar o cabelo, olhando o espelho, fechar os olhos e sentir o coração, de vez, deixar de bater. Revelante!? Gosto desta certeza e dú _vida…

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

VERSOS PARES

Deixo os meus castelos
no ar, aos sonhadores
e suas mulheres.
As mulheres, sonhadoras,
são os seus homens,
deixo tudo a elas.

Eles, para serem merecedores
das mulheres que têm,
deixam tudo, aos seus
filhos, mulheres e cães.

O meu papagaio fica
para a vizinha, é tudo.

Agora, também, versos ímpares.

Tudo deixo aos seres,
ao ser como eles, aprendi
a respeitar as pedras.

Abro de mão tudo,
deixo os ossos e, as ideias,
levo comigo as que tive.
Ficam as que fiz,