Mostrando postagens com marcador Claudia Menezes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Claudia Menezes. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Prisão


Na calada da noite
Mentes vãs
Doses sutis de vozes
Apedrejam as minha idéias
Obsessiva com os erros
Na voz trêmula
Que sufocam a garganta
No fim da minha fala
Engasgada
Como um corte na veia
Para não pensar
Nas noites sombrias
Do desatato das amarras
Que enforcam
Ao pensar em ti

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Prisão


Na calada da noite
Mentes vãs
Doses sutis de vozes
Apedrejam as minha idéias
Obsessiva com os erros
Na voz trêmula
Que sufocam a garganta
No fim da minha fala
Engasgada
Como um corte na veia
Para não pensar
Nas noites sombrias
Do desatato das amarras
Que enforcam
Ao pensar em ti

domingo, 19 de outubro de 2008

Utopia


Falam que o amor não existe
Lutar por um sonho é para românticos
Ser você mesmo é uma meta distante
Conhecer um mundo verdadeiro é impossível
Viver um conto de fadas é para livros
Dizem que acreditamos em utopias
Na procura de uma vida melhor
Se isso é utopia
Utopia é sermos ignorantes
Em volta de pessoas hipócritas

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Idéias




Ainda vivo na inspiração
No movimento das nuvens
Em redemoinhos mirabolantes
Na busca de uma saída
Para os pensamentos
Brilharem como estrelas
Em becos escondidos
No céu da minha mente

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Pegadas



Pegadas na areia
Rastro do meu passado
Deixados no tempo
Grãos de areia espalhados
Contam minhas histórias sem fim
Pegadas na areia
Marcas da vida apagada pelos ventos,
Pelas águas dos mares
Para levar distante
Tudo que existe dentro de mim

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Juramento



Jurarei amor eterno
Nem demais e nem de menos
Mas, no tamanho exato
Na sua praia irei batizar
O seu nome na minha alma
E banhar-me de luz e sonhos
Na beleza de suas margens
Que o meu corpo anseia
Em estar junto
Num contrato de juramento
De um amor cúmplice
Atado nas amarras de sentimentos
Que o amor irá jurar

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Eu sou


Eu sou o sol na alegria
Eu sou a chuva nas tempestades
Eu sou a lua na saudade
Eu sou a brisa ao sonhar
Eu sou a terra na solidão
Eu sou o ar no amor
Eu sou o fogo na paixão
Eu sou a noite ao adormecer
Eu sou o mar na paz
Eu sou a natureza, o tudo e o nada !
Eu sou a vida, no início, meio e fim !
Eu sou o pulsar do meu último segundo
Eu sou ...

sábado, 19 de abril de 2008

Entre becos

Subúrbios gritam
Por todos os lados
Ao sufocar o mal
Acorrentado pelo preconceito
Na dor de ser esquecido
Pela marca da indiferença
No desamparo do desamor
Assolados por entre becos
Invadem as casas
Num grito
Sem voz
Sem platéia
Em sua permanência da solidão
Para sentir o seu eu no vazio

sábado, 19 de janeiro de 2008

A Dor


No fim do escuro
Vi uma luz
Um fio a se lançar
Dentro do meu eu
Perdido no espaço
Avança na sua cavalaria
Um exército de dores
Que combatidos na guerra
A luz não se via
No fim do escuro
Tinha um fio de luz
Nada havia em minha volta
Só mortos de olhos fechados
Essa luz está adiante
Não consigo abrir o caminho
A paz é um sonho distante
E a dor está presente
Para fechar os olhos e ser morta.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Pegadas

Pegadas na areia
Rastro do meu passado
Deixados no tempo
Grãos de areia espalhados
Contam minhas histórias sem fim

Pegadas na areia
Marcas da vida apagada pelos ventos,
Pelas águas dos mares
Para levar distante
Tudo que existe dentro de mim

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Jogos


Você acha que sabe
Com suas armas e jogos
mas deixarei você na linha
perdendo todo o seu tempo por nada

No seu mundo
Você não sabe o que há
Cada um tem que ser o que é
E você tenta manipular

Observarei os seus passos
O movimento do cinismo
Nos olhos da traição

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Sem volta


Não me encantas
Olhares distantes
No mundo desmoronado
De uma beleza fugidia
Em sonhos escondidos
Não me acalentas
Sorrisos desmanchados
Em rostos obscurecidos
No fim da chama
Dos dias solitários
Em que os ventos sopram
As faces do passado
Vagando pelo mundo
E nunca mais voltar

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

O meu mar



Nos cais
Do meu mar
Ouço os pensamentos
Debaterem nas ondas
E ao se romperem
Entre o horizonte e o céu
Surgem as idéias
Escondidas no ar
Da liberdade
Na busca dos meus sinais
Que tanto anseiam
O meu ser e o mundo
Na vertigem
Do meu esquecimento
Alenta um mar
Calmo e tranqüilo
Para o meu eu
Adormecer
Na escuridão de um mar sem fim
E assim descansar
Em um novo horizonte

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Almas


Almas pairam no ar
Dançam levemente
Ao som musical
De sua partida

Encontros eternos
Flamejam a aura
As mais dóceis
Faces do amor

A dor esquecida
Da separação
Vivem o sonho
Ao luzir os céus

Almas pairam no ar
Cantam alegremente
Ao som das vozes
De seu Deus

terça-feira, 19 de junho de 2007

Você



No ardido da minha boca
Você não sente o gosto
Distante do meu eu
Não há o que sentir

Nas lágrimas dos meus olhos
Você não vê o meu mundo
Perdido no seu eu
Não há o que sonhar

Na dor da minha pele
Você não percebe os meus desejos
Entre você e eu
Não há o que viver

sábado, 19 de maio de 2007

O submundo

Vivo no submundo
Dentro de um mundo
Que não me entende
Sinto a minha hipocrisia
No seu mundo
E dos percalços surgidos no meu submundo
Vivo no meu mundo
Na busca da minha sobrevivência
No encontro da minha identidade
Perdida entre os mundos
Que não me entendem
Vivo no mundo
Escondido entre as máscaras
Em um submundo
Que só ele me entende