segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Prisão


Na calada da noite
Mentes vãs
Doses sutis de vozes
Apedrejam as minha idéias
Obsessiva com os erros
Na voz trêmula
Que sufocam a garganta
No fim da minha fala
Engasgada
Como um corte na veia
Para não pensar
Nas noites sombrias
Do desatato das amarras
Que enforcam
Ao pensar em ti

Um comentário:

Adriana disse...

as amarras enforcam...a imagem é triste, mas é uma fotografia bem descrita em prosa.