sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Prisão


Na calada da noite
Mentes vãs
Doses sutis de vozes
Apedrejam as minha idéias
Obsessiva com os erros
Na voz trêmula
Que sufocam a garganta
No fim da minha fala
Engasgada
Como um corte na veia
Para não pensar
Nas noites sombrias
Do desatato das amarras
Que enforcam
Ao pensar em ti

3 comentários:

Miguel Barroso disse...

E se a lua se envenenasse?

Abraços d´ASSIMETRIA DO PERFEITO

Barone disse...

Forte.

Iriene Borges disse...

Lindissimo!