
Na calada da noite
Mentes vãs
Doses sutis de vozes
Apedrejam as minha idéias
Obsessiva com os erros
Na voz trêmula
Que sufocam a garganta
No fim da minha fala
Engasgada
Como um corte na veia
Para não pensar
Nas noites sombrias
Do desatato das amarras
Que enforcam
Ao pensar em ti
Mentes vãs
Doses sutis de vozes
Apedrejam as minha idéias
Obsessiva com os erros
Na voz trêmula
Que sufocam a garganta
No fim da minha fala
Engasgada
Como um corte na veia
Para não pensar
Nas noites sombrias
Do desatato das amarras
Que enforcam
Ao pensar em ti
3 comentários:
E se a lua se envenenasse?
Abraços d´ASSIMETRIA DO PERFEITO
Forte.
Lindissimo!
Postar um comentário