quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Rara Borboleta



espectro alquímico
predestinado
à transfiguração
mutação de destino
e sombras
borboleta dourada
rebusca ausência
do perfeito casulo
largado à margem
dum passado
tesouro valido
apenas por incontáveis lágrimas
e pelo inestimável
arcabouço de experiências
adquiridas como
presentes
para um novo
e renovado eu

Caroline Schneider


5 comentários:

Deveras disse...

Belo poema, chega a ser uma metáfora da vida

ficanapaz

Anônimo disse...

Foi o melhor de dois mundos - o do poeta e da mulher - este pequeno e ao mesmo tempo grande poema revela a natureza de fênix dessa maravilhosa mulher-borboleta.
Juliano Silvério

EDSON DOS SANTOS disse...

EU ADORO A FORÇA DESSA TUA EXPRESSAO...BJS.

EDSON DOS SANTOS disse...

CAROLINE SCHNEIDER













Como a chuva que do céu cai

Alegrando as flores do jardim

Rimando com os pingos que caem

Os teus versos nos fazem encantar

Laços de amor há nesse teu poetar

Inspirando a mais bela emoção

Nesse longo mergulho nas letras

Em teu encanto nos fazendo sonhar



Seus versos, suas rimas e trovas

Confirmando a alegria do teu ser

Hoje num dia assim tão alegre

Não tive outra coisa para te dizer

Eu quero te ver assim tão feliz

Inspirando amor pra valer

De uma coisa você pode ter certeza

Eu sempre admirei você

Recebê-la como amiga sempre foi um prazer

Claudia Menezes disse...

Ahhhh !!! Que linda poesia.. Adoro o seu estilo .. É muito doce, delicado .. Faz a gente sonhar ..
Beijins :)