quarta-feira, 6 de junho de 2007

RELÂMPAGO



...E se eu te dissesse
Aquilo que eu não pudesse ouvir?
Seria demasiadamente correto
Acreditar naquilo que não pudesse ver?
...E se eu te dissesse
Que a razão de tudo isso é você?
Esperaria a chuva derramar seu lamento sobre nós?
...Talvez você me dissesse
Que acreditar ou não, não faria sentido nenhum agora.
...Talvez você me dissesse: a vida é tão simples e os livros tão belos!
...E eu te dissesse: o mundo perde o sentido
Se a espera é infinita e o amor um relâmpago!

5 comentários:

Larissa Marques disse...

Ai, até me doeu! Alê, que lindo isso, e o amor e o desamor, se existissem na mesma proporção, seríamos melhores, ou menos piores! Beijo enorme!

Augusto Sapienza disse...

Gostei do texto, me foi muito agradável...
Parabéns

Flávio Otávio Ferreira disse...

Belo texto. O final é praticamente um grito:"o mundo perde o sentido
Se a espera é infinita e o amor um relâmpago!"

Abs.
Paz e Literatura sempre!

*Caroline Schneider* disse...

E o trovão fica ecoando no coração... adorei teu texto meu querido! Maravilhoso! Filosófico! Parabéns! Beijocas estaladas*

[barba] Uonderias disse...

não entendi o último trecho em itálico
é uma citação?